Você se considera uma pessoa que aprende melhor vendo, lendo ou fazendo? Você já deve ter se perguntado porque algumas pessoas aprendem melhor vendo ou outras pessoas só aprendem com a mão na massa. Mas, a ideia das múltiplas formas de aprender é um mito. No vídeo de hoje vamos falar do mito das múltiplas formas de aprender e como o aprendizado funciona no nosso cérebro.
Você sabia que na Alura você tem 22 carreiras completas, organizadas e abrangendo diferentes áreas e níveis de conhecimento? Ah, e agora a Luri, que é a IA da Alura, está disponível em todos os planos! Usando o meu link aqui ou no comentário fixado você tem até 40% de desconto!
Seja membro do nosso canal para ajudar a manter os vídeos no ar! http://youtube.com/cienciatododia/join
E-mail comercial:
[email protected]
Minhas redes sociais:
http://instagram.com/pedroloos
http://twitter.com/pedroloos
https://www.tiktok.com/@opedroloos
Nosso podcast: https://open.spotify.com/show/59fUC0CFgoMfiLDXCuhjUM
Capítulos
0:00 - 1:31 Introdução
1:31 - 4:03 O mito dos estilos de aprendizagem
4:03 - 4:18 Como o cérebro aprende de verdade?
4:18 - 6:21 O hipocampo
6:21 - 7:08 Potenciação de Longo Prazo
7:08 - 7:48 O que isso tem a ver com estratégias de estudo?
7:48 - 8:15 Por que o espaçamento funciona?
8:15 - 10:15 As dificuldades ajudam
10:15 - 12:26 Então qual é a melhor forma de aprender?
Fontes e Leitura Adicional:
Pashler, H., McDaniel, M., Rohrer, D., & Bjork, R. (2008).
Learning styles: Concepts and evidence.
Psychological Science in the Public Interest, 9(3), 105–119.
https://doi.org/10.1111/j.1539-6053.2009.01038.x
Bliss, T. V. P., & Lømo, T. (1973).
Long-lasting potentiation of synaptic transmission in the dentate area of the anaesthetized rabbit following stimulation of the perforant path.
The Journal of Physiology, 232(2), 331–356
https://www.researchgate.net/publication/10766327_The_discovery_of_long-term_potentiation
Roediger, H. L., & Karpicke, J. D. (2006).
Test-enhanced learning: Taking memory tests improves long-term retention.
Psychological Science, 17(3), 249–255.
https://doi.org/10.1111/j.1467-9280.2006.01693.x
Bjork, R. A., & Bjork, E. L. (2011).
Making things hard on yourself, but in a good way: Creating desirable difficulties to enhance learning.
In M. Gernsbacher et al. (Eds.), Psychology and the real world.
Rowland, C. A. (2014).
The effect of testing versus restudy on retention: A meta-analytic review of the testing effect.
Psychological Bulletin, 140(6), 1432–1463.
https://doi.org/10.1037/a0037559
Scoville, W. B., & Milner, B. (1957).
Loss of recent memory after bilateral hippocampal lesions.
Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry, 20(1), 11–21.
https://doi.org/10.1136/jnnp.20.1.11
Bliss, T. V. P., & Collingridge, G. L. (1993).
A synaptic model of memory: Long-term potentiation in the hippocampus.
Nature, 361, 31–39.
https://doi.org/10.1038/361031a0
Diekelmann, S., & Born, J. (2010).
The memory function of sleep.
Nature Reviews Neuroscience, 11, 114–126.
https://doi.org/10.1038/nrn2762
Grant, A. (2023).
Hidden Potential: The Science of Achieving Greater Things.
Viking