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Numa altura em que regressou ao jornalismo, Cecília Carmo recordou, em mais um episódio do podcast Final Cut, alguns dos melhores momentos de uma carreira marcante no jornalismo desportivo. E não só. Mas as presenças em quatro edições dos Jogos Olímpicos ficaram guardadas na memória. Especialmente a de 1992, mas também a de 1996, com a medalha de ouro de Fernanda Ribeiro. “Em Atlanta, consegui levar a Fernanda ao estúdio da RTP. Tinha as pernas em sangue”, recorda. Ainda na estação pública, houve figuras do jornalismo desportivo que a marcaram de forma especial. “No Domingo Desportivo, trabalhei com o Mário Zambujal, um senhor. E com o Rui Tovar, outro senhor e um crânio”, considerou. Depois de sair da RTP, em 2016, seguiram-se uma série de novos projetos, mas, depois de ter começado no Expresso, em 1985, voltou a um… jornal, o Diário de Notícias, onde diz que terminará a carreira. Mas pede uma reflexão séria à forma como muitos veem e executam a nobre arte de informar. “[No jornalismo], não se pára para pensar nem se reflete sobre o que se está a fazer", atira.
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00:00:00 Infância e escolha do jornalismo
00:06:52 Repórter, Apresentadora e Cobertura de Jogos Olímpicos e Mundiais
00:27:52 Desporto e não só
00:35:56 Outros Projetos
00:47:51 Atualidade Futebol Português
00:53:26 Vida/Curiosidades